[Games] Para Miyamoto, enredo não deve ser o foco dos games

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[Games] Para Miyamoto, enredo não deve ser o foco dos games

Mensagem por Alexandre em Ter Nov 11, 2014 6:00 pm



Eu me lembro em 2012, quando boa parte da comunidade gamer chorou de emoção e tristeza ao acompanhar a história de Lee Everett no game The Walking Dead. O jogo acabou rendendo inúmeros prêmios para a Telltale, inclusive GOTY.

The Walking Dead tinha forte foco na história, e acabou apostando numa jogabilidade bem simples, resumindo-se a clicar em alguns itens, conversar com NPCs e resolver alguns poucos puzzles. O resto é contado através de cutscenes.

Mas, para Shigeru Miyamoto, um dos maiores nomes dos vídeo-games, criador de Mario, Zelda e muitos outros clássicos da Nintendo, um jogo não pode focar apenas em contar histórias. Ele também defende a idéia dos games como uma forma única de entretenimento.

Shigeru Miyamoto escreveu:Eu nunca pensei em jogos como uma forma de contar histórias. Então, enquanto muitas pessoas se aproximaram de mim no passado e perguntaram: 'Por que você não faz um filme?', eu nunca tive interesse.

Esses jovens criadores de jogos querem reconhecimento. Eles querem contar histórias que toquem o coração das pessoas. E, enquanto eu entendo esse desejo, o mesmo me preocupa. É a experiência que tem que ser tocante. O que eu quero é fazer com que a pessoa que joga um game seja o diretor. Tudo que eu faço é ajudá-las a sentir isso, que enquanto jogam estão criando algo que só elas podem criar.

Quando você joga um jogo, em um momento está controlando algo, e de repente, você sente que está em seu mundo. E isso é algo que você não consegue através de filmes ou literatura. É uma experiência completamente única.

O que as outras companhias estão fazendo é compreensível, em termos de negócios. Mas é entediante. Os mesmos jogos aparecem em todos os sistemas. Na Nintendo, nós queremos um ambiente onde criadores de jogos possam colaborar e pensar em idéias para jogos que nunca aconteceram antes.

Fonte: GamrConnect

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Re: [Games] Para Miyamoto, enredo não deve ser o foco dos games

Mensagem por Eder em Ter Nov 11, 2014 6:42 pm

Então é por isso que Mario continua com a mesma história de fundo há quase 30 anos xD
Acho que a melhor saída é balancear uma boa história com uma boa jogabilidade. Assim, não passa a ideia de um jogo "vazio", mas também não temos algo que você só assiste em vez de jogar.

EDIT:
Alexandre escreveu:
Shigeru Miyamoto escreveu:Eu nunca pensei em jogos como uma forma de contar histórias. Então, enquanto muitas pessoas se aproximaram de mim no passado e perguntaram: 'Por que você não faz um filme?', eu nunca tive interesse.
Curioso o Miyamoto falar isso tendo lançado os curtas de Pikmin... Será que mudou de ideia? xD

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Re: [Games] Para Miyamoto, enredo não deve ser o foco dos games

Mensagem por infernosword em Ter Nov 11, 2014 8:18 pm

Não necessariamente Eder. Quais os dois jogos mais jogados esse ano? Flappy bird e Minecraft, dois jogos sem enredo. O próprio gta normalmente tem uma história lixo, como o San Andreas, mesmo assim o jogo é muito divertido.

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Re: [Games] Para Miyamoto, enredo não deve ser o foco dos games

Mensagem por J. Marlon em Ter Nov 11, 2014 8:22 pm

Eder escreveu:
Alexandre escreveu:
Shigeru Miyamoto escreveu:Eu nunca pensei em jogos como uma forma de contar histórias. Então, enquanto muitas pessoas se aproximaram de mim no passado e perguntaram: 'Por que você não faz um filme?', eu nunca tive interesse.
Curioso o Miyamoto falar isso tendo lançado os curtas de Pikmin... Será que mudou de ideia? xD
É que a notícia não foi contada direito:
Luís Alves da EG.pt escreveu:Por altura da estreia das curta-metragens de Pikmin, no Tokyo International Film Festival, Shigeru Miyamoto, o famoso criador de jogos da Nintendo, disse em entrevista com o Telegraph, que na verdade não se vê como um contador de histórias, mas sim como um criador num meio diferente, os videojogos, onde o jogador é o próprio realizador.

Miyamoto explicou que, "Nunca pensei nos jogos como um meio para contar histórias. Quando as pessoas se aproximavam de mim e diziam 'Porque é que não fazes um filme?', nunca me interessava".

No entanto o famoso criador assinalou que já estava na hora de se envolver um pouco na presença das suas franquias noutros meios de entretenimento, principalmente depois do fracasso do filme de Super Mario Brothers.

"A nossa subsidiária americana estava a dar as nossas licenças em todos os lados e tivemos de pará-los. Mas depois disso pensei: se isso acontecer novamente gostaria de estar mais envolvido," como tal envolveu-se com afinco na criação das curta-metragens de Pikmin.

Miyamoto contou também que para ele os videojogos são um meio completamente diferente do cinema e que o preocupa o facto de alguns produtores de jogos quererem criar experiências parecidas a filmes.

"Os jovens criadores querem ser reconhecidos. Querem contar histórias que toquem nos corações das pessoas. E, apesar de entender esse desejo, a tendência preocupa-me. Deve ser a experiência a chegar ao coração. Eu luto para que o jogador seja o realizador. O que eu faço é ajudá-los a sentir que quando jogam estão a criar algo que só eles poderão criar."

Quando questionado sobre se a indústria de jogos tinha alguma coisa a aprender com a indústria do cinema ele explicou que, "Quando jogas um jogo, num momento estás apenas a comandá-lo e depois de repente sentes que estás no seu mundo. E isso é algo que não podes experimentar nem no cinema nem na literatura. É uma experiência completamente única."

Em relação à concorrência, Miyamoto acredita que o que elas fazem está a ser feito mais pelo sentido de negócio do que pela criatividade.

"O que a concorrência faz tem sentido numa perspectiva de negócio. Mas é aborrecido. Os mesmos jogos são lançados em todos os sistemas. Na Nintendo queremos um ambiente onde os criadores podem colaborar e pensar em ideias novas de coisas que nunca foram feitas."

Por fim houve também tempo para se falar sobre a realidade virtual, com Miyamoto a dizer que a sua companhia não tem nada a anunciar sobre o assunto
Código:
http://www.eurogamer.pt/articles/2014-11-11-para-miyamoto-os-jogos-nao-tem-nada-a-aprender-com-os-filmes

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Re: [Games] Para Miyamoto, enredo não deve ser o foco dos games

Mensagem por Alexandre em Ter Nov 11, 2014 9:00 pm

Culpem a minha tradução. lol!

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Re: [Games] Para Miyamoto, enredo não deve ser o foco dos games

Mensagem por Willi em Qua Nov 12, 2014 1:29 am

Miyamoto poeta como sempre! Na verdade ele tem e não tem razão ao mesmo tempo. O caso é que existem estilos e gêneros de jogo diferentes. Por exemplo, games de super enredo como The Walking Dead não vão substituir games de enredo simples como Mario. São gêneros distintos, coexistindo no mesmo meio que são os videogames.

Eu concordo com o que ele disse sobre a gente ser o diretor e tal. Meus games favoritos estão no Super Nintendo, onde o enredo deles é em sua maioria simples, e desde criança, cada vez que jogo Mickey 3, Maui Mallard in Cold Shadow e todos esses outros que eu gosto, a cada fase vou imaginando na minha cabeça um porquê daquilo, como o personagem chegou lá, como seria um filme ou anime disso, etc. E já num game cheio de história, no qual basta que você faça as coisas à fim de prosseguir na trama, o replay é bem menor, pois é como um filme, você já sabe o que vai acontecer, portanto não dá graça ficar vendo a mesma cena repetidas vezes. Mas não é questão de pular cutscenes. As próprias missões/fases estão relacionadas à história. "Ah, agora no Far Cry vou fazer aquela que tem que atear fogo na plantação do cara que sequestrou a fulana" e por aí vai, a história não está só nas cutscenes, ela entra no gameplay também, e ali está uma faca de dois gumes, que eleva à décima potência a emoção da primeira jogatina, mas diminui ainda mais a emoção de jogatinas futuras.

Cito como exemplo de games da 7ª geração que se salvam dessa de perder replay por causa da história, títulos como Resident Evil 5, Devil May Cry 4, Max Payne 3, esses assim que a história de fato está só nas cutscenes, e na hora de jogar o gameplay vira jogo mesmo, o enredo vem depois, só na próxima cutscene. Já jogos como The Last of Us, Uncharted, Far Cry, Batman Arkham, por melhores e mais fodásticos que sejam, eu não consigo rejogar sem esperar uns bons meses após ter zerado, porque é tudo tão integrado na história que a graça real do jogar cai demais.

E aí que tá o ponto forte da Nintendo. Ela é a empresa que mais faz games de enredo simples hoje em dia, aquele enredo que só está lá para justificar os acontecimentos, mas que como o Miyamoto disse, quem "dirige" somos nós. Fazendo jogos assim, mesmo que o console dela receba menos lançamentos que os concorrentes, você vai jogá-los por mais tempo porque eles não vão enjoar rápido. Agora termine The Last of Us para ver se você não fica "sem jogo" no seu Play.

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Re: [Games] Para Miyamoto, enredo não deve ser o foco dos games

Mensagem por Eder em Qua Nov 12, 2014 10:13 am

infernosword escreveu:Não necessariamente Eder. Quais os dois jogos mais jogados esse ano? Flappy bird e Minecraft, dois jogos sem enredo. O próprio gta normalmente tem uma história lixo, como o San Andreas, mesmo assim o jogo é muito divertido.
Ah, mas, Flappy Bird foi mais pela moda, ainda mais quando o criador disse que tiraria o jogo de circulação. Minecraft, não sei, talvez por ser um jogo de "possibilidades infinitas". Mesmo assim, quanto tempo de gameplay o pessoal tem nesses jogos? Meu irmão, por exemplo, baixou Minecraft porque via uns YouTubers falando do jogo. Deve ter jogado meia dúzia de vezes, e, se somar o tempo total, não deve dar mais do que duas horas. Quando eu jogava San Andreas no PS2 também era assim, só ficava passeando pela cidade, atropelando o pessoal (hue!) e usando cheats, mas, pouco tempo depois, enjoava e desligava. Só descobri que o jogo tinha um enredo muito tempo depois, quando o PS2 já não funcionava mais.
Para mim, Mario Galaxy é um exemplo de jogabilidade legal, com uma história interessante, principalmente aquela parte que conta o passado da Rosalina. Não é algo tão elaborado, mas, não é vazio. Não é só mais um "Mario tem que derrotar o Bowser e salvar a Peach porque... porque sim!". Esse é o balanceamento que disse antes.

Willi escreveu:Eu concordo com o que ele disse sobre a gente ser o diretor e tal. Meus games favoritos estão no Super Nintendo, onde o enredo deles é em sua maioria simples, e desde criança, cada vez que jogo Mickey 3, Maui Mallard in Cold Shadow e todos esses outros que eu gosto, a cada fase vou imaginando na minha cabeça um porquê daquilo, como o personagem chegou lá, como seria um filme ou anime disso, etc. E já num game cheio de história, no qual basta que você faça as coisas à fim de prosseguir na trama, o replay é bem menor, pois é como um filme, você já sabe o que vai acontecer, portanto não dá graça ficar vendo a mesma cena repetidas vezes.
Aí é que está, eu já não tenho essa imaginação fértil. Aliás, abrindo um off-topic, acho que é por isso que não consigo gostar muito de livros, pois não consigo imaginar as cenas descritas, então, não me aprofundo na história, não consigo ser o espectador, o cara que está lá acompanhando a cena enquanto ela ocorre. Em contrapartida, gosto de histórias em quadrinhos já que os acontecimentos estão lá, desenhados, assim não preciso ficar fritando o cérebro para imaginar a cena. Se eu lesse a descrição "um ninja loiro, de olhos azuis, baixinho, hiperativo e que veste uma roupa laranja", não conseguiria formar a imagem do Naruto, seria apenas uma passagem vazia no começo de uma história, e, se não consigo visualizar o protagonista, também não conseguirei ver os cenários, muito menos as ações dele, suas lutas, logo, meu interesse por aquilo vai ser quase nulo. No mangá eu não imagino como o Naruto é, eu vejo como ele é. Agora, se o livro for baseado num mangá, animê, jogo, ou outra mídia visual eu consigo aproveitar melhor, já que tenho a imagem dos personagens em mente.

Willi escreveu:O caso é que existem estilos e gêneros de jogo diferentes.
É... não dá para colocar um enredo em Mario Kart, já que o gênero é corrida. Mas, outros gêneros, como jogos de luta até permitem isso. Brawl tem um modo história interessante que não tem nos outros Smashes, acho legal se aventurar no Subspace, derrotar os vilões e seus subordinados e desbloquear itens. Tem um porquê de Mario, Link, Kirby e cia. estarem lá, reunidos, não foram apenas jogados numa arena para se digladiarem. É um detalhe bobo, mas, acho que funciona para deixar o jogo ainda melhor.

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Re: [Games] Para Miyamoto, enredo não deve ser o foco dos games

Mensagem por J. Marlon em Qua Nov 12, 2014 11:42 am

Eder escreveu:É... não dá para colocar um enredo em Mario Kart, já que o gênero é corrida.
Já experimentou baixar o Project64 + ROM do Diddy Kong's Racing?

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Re: [Games] Para Miyamoto, enredo não deve ser o foco dos games

Mensagem por Alexandre em Qua Nov 12, 2014 12:26 pm

O Jak X Combat Racing de PS2 é na minha opinião o melhor jogo de corrida em matéria de enredo. O modo história começa com uma cutscene de introdução, e após vencer certas corridas ou copas mais cutscenes vão desenrolando a trama. Tem até um menu onde você pode assistir novamente.

E eu concordo com o que o Willi disse. Tanto é que, mesmo após elogiar tanto o The Walking Dead, eu não pretendo jogá-lo novamente tão cedo, pois a graça do jogo está em acompanhar a trama pela primeira vez. Mesmo o game tendo aquele lance de "você decide o que acontece", pouquíssima coisa muda. O enredo principal já está definido quando você escolhe o "New Game".

O mesmo acontece comigo em relação aos filmes. Se eu assisto um filme e gosto, não me vejo assistindo novamente um dia, ou uma semana depois. Eu preciso esperar um bom tempo pra querer assistir outra vez.

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Re: [Games] Para Miyamoto, enredo não deve ser o foco dos games

Mensagem por Eder em Qua Nov 12, 2014 3:29 pm

J. Marlon escreveu:
Eder escreveu:É... não dá para colocar um enredo em Mario Kart, já que o gênero é corrida.
Já experimentou baixar o Project64 + ROM do Diddy Kong's Racing?
Já prometi, num outro tópico, que vou baixar e jogar, só preciso terminar os outros dois que estão no meu perfil.
Mas, se a pergunta é por eu ter dito que não dá para colocar enredo num jogo de corrida, ok, eu admito, errei ao dizer que jogos de corrida não podem ter história e o Alexandre mostrou outro exemplo em que isso é possível.
Vou reformular: Corrida é um dos gêneros que não acho prejudicial a falta de uma história. Que Diddy Kong's Racing me faça mudar de ideia xD

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